1/8 final Taça de Portugal - 18 de Dezembro 20:00h
Mais um
noite fria que seduzia a comodidade do lar, abrilhantava a
iluminação de Natal com a intensidade do que se avizinha. Na amplidão dum
demorado serão de Outono, alguns dias depois da felicidade no Dragão que
nos distanciou na liderança da Liga, O Benfica voltava a jogar mais uma
eliminatória da Taça de Portugal, desta feita contra o Braga. Depois da inesperada e agradável ida ao Circo, com os catraios, nunca se é suficientemente crescido para o fascínio que encontramos na tenda mágica do maior espetáculo do mundo...
O ritmo do jogo começou elevado, com duelos cerrados a
meio-campo, mas foi preciso esperar pelo minuto 16 para ver a primeira ocasião
de perigo, para o Sp. Braga, com Pardo a rematar forte para defesa de Júlio
César.
A sentir
dificuldades para ultrapassar a organização defensiva bracarense, o Benfica só
criou uma oportunidade clara de golo ao minuto 33, rentabilizando uma perda de
bola de Pedro Tiba, na saída para o contra-ataque. Gaitán fez o desarme, Lima
tocou para Maxi e este cruzou para o golo de cabeça de Jonas.
O Benfica
mostrava uma eficácia ao nível do clássico do Dragão, mas antes do descanso fez
por justificar a vantagem, com quatro boas ocasiões, duas delas a remates de
Jonas, defendidos por Kritciuk.
Ao intervalo deu-se a saída do Enzo, e por coincidência ou não, houve uma má reentrada do Benfica em campo, aproveitada pelo Sp. Braga para dar a
volta ao marcador. O empate surgiu logo ao terceiro minuto da segunda parte,
com um falhanço coletivo da defesa benfiquista, sobretudo de André Almeida, ao
primeiro poste. Aderlan Santos até teve duas oportunidades para marcar, e à
segunda bateu mesmo Júlio César.
O Benfica
responde com uma dupla ocasião, com Lima a atirar para defesa de Kritciuk e
Jonas a falhar o alvo por pouco, mas ao minuto 58 os «arsenalistas» chegaram à
vantagem, com Pardo a arrancar de meio-campo e a aproveitar mais uma falha da
defesa benfiquista para marcar.
Jesus
arriscou, tirando Cristante e André Almeida para as entradas de Talisca e
Derley, mas o Benfica deparou-se com uma exibição bem sólida de Kritciuk. Que o
diga Jonas, que travou um duelo bem interessante com o guarda-redes russo, que
no total negou-lhe o golo em quatro ocasiões, assumindo-se assim como a figura
do encontro.

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