PSG 3:0 Benfica
A chuva foi infligindo
seriedade ao Outono apesar da temperatura se manter amena por detrás do céu
carregado que foi ofuscando a cidade…
Ao entardecer de mais um dia
que nos encerra no tempo, regressei a casa com o entusiasmo que o jogo do
Benfica suscitava, jogávamos mais uma cartada na europa dos campeões, cidade
luz e de encantos tamanhos, mas que haveria ser de trevas e pesadelos…
Até a transmissão portátil se
aliou dos mesmos níveis exibicionais, por entre as rotinas caseiras, não
conseguia visualizar as jogadas, só mesmo o resultado que ia surgindo no canto
se tornava nítido para minha desilusão…
O Benfica saiu de Paris
derrotado de forma contundente, na segunda jornada da Liga dos Campeões, dando
uma imagem muito pálida da sua categoria e grandeza passada (e que tem vindo a
ser reconquistada).
É verdade que dois dos golos do
PSG nascem de lances de bola parada, que o primeiro golo aparece muito cedo,
fazendo tremer a estrutura tática e anímica da equipa, mas nem mesmo os
jogadores galácticos como Ibrahimovic, deviam ser razão para o descalabro e
desacerto.
O Benfica procurou defender a
zona central do meio-campo. Fejsa mais atrás, depois Matic ligeiramente à
esquerda e Djuricic, descaído para a direita, mas sem qualquer sucesso. O Fejsa
andou meio perdido, tentou subir no terreno para encostar no adversário, mas
deixava um enorme buraco à frente dos centrais, que Ibrahimovic explorou com a
inteligência habitual.
Djuricic viu-se obrigado a um sacrifício defensivo e deixava o Cardozo sempre muito sozinho e com a sua já conhecida imobilidade, enfim andámos sempre meio perdidos dentro do campo, atrás duma bola que não conquistávamos nem tínhamos o engenho de recuperar.
Só perto do final da primeira parte é que o Benfica começou a acertar. Melhorou com a entrada de André Gomes, que rendeu o lesionado Fejsa aos 28 minutos. Matic passou a ser o médio mais recuado, e com a ajuda do português conseguiu equilibrar um pouco a balança.
Djuricic viu-se obrigado a um sacrifício defensivo e deixava o Cardozo sempre muito sozinho e com a sua já conhecida imobilidade, enfim andámos sempre meio perdidos dentro do campo, atrás duma bola que não conquistávamos nem tínhamos o engenho de recuperar.
Só perto do final da primeira parte é que o Benfica começou a acertar. Melhorou com a entrada de André Gomes, que rendeu o lesionado Fejsa aos 28 minutos. Matic passou a ser o médio mais recuado, e com a ajuda do português conseguiu equilibrar um pouco a balança.
Mesmo que o Benfica nunca tenha
conseguido superiorizar-se na zona nuclear do campo, a substituição de Jesus ao
intervalo deu uma ajuda, pois a entrada de Markovic para o lugar de Djuricic
empurrou Enzo Pérez para zona central, junto de Matic e André Gomes. Estes três
jogadores souberam dividir bem o campo, de forma a ocupar as zonas importante.
Se calhar o PSG também abrandou o ritmo, o jogo já estava decidido, porque foi na fase inicial que a estratégia do Benfica não esteve à altura.
Se calhar o PSG também abrandou o ritmo, o jogo já estava decidido, porque foi na fase inicial que a estratégia do Benfica não esteve à altura.
No ano passado, com o Barcelona, o Jesus teve um discurso mais otimista e não vergou ao seu poderio, por isso,
este ano, à segunda jornada não pode já estar a fazer contas ao segundo lugar e a atirar a toalha ao chão.
Ânimo e empenho é o que se pede para dar a volta, correr atrás das vitórias que é o único tónico para competir com a confiança e o brio que se impõem em qualquer jogo… Temos um plantel equilibrado e de qualidade, um dos mais valiosos de sempre, temos que encontrar a estabilidade e a confiança para conseguir alcançar os propósitos e a glória…
Ânimo e empenho é o que se pede para dar a volta, correr atrás das vitórias que é o único tónico para competir com a confiança e o brio que se impõem em qualquer jogo… Temos um plantel equilibrado e de qualidade, um dos mais valiosos de sempre, temos que encontrar a estabilidade e a confiança para conseguir alcançar os propósitos e a glória…

Nenhum comentário:
Postar um comentário